A aspiração de vias aéreas do um recém-nascido ainda é, em alguns hospitais, prática de rotina.

Uma sonda suga o muco na boca, no interior de cada bochecha, sem se aproximar da garganta. As narinas também são aspiradas, uma de cada vez.

Raramente, este procedimento pode complicar-se com parada respiratória.

A verdade é que ao nascer, os bebés são capazes de limpar suas vias aéreas com tosse e espirro; bebés que nascem de parto normal têm os seus pulmões massageados na passagem do canal vaginal, de modo que acontece uma expulsão natural dos líquidos.

Segundo a Obstetra Ana Cristina Duarte, em Humanizando a receção ao recém-nascido, “…Não é necessário aspirar bebés saudáveis, nem colocar sondas na boca, nariz, ânus e vagina. A maior parte das malformações genitais podem ser observadas a olho nu. As atresias de esófago são tão raras que não se justifica colocar sonda nos esófago de todos os bebés, pelo próprio risco do procedimento. Em suma, bebés não precisam de sondas”.

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