Começaremos por abordar um dos temas mais importantes de todo o trabalho de parto: “quem vai estar presente a acompanhá-la quando o seu bebé nascer”?

Se for essa a sua vontade, poderá estar acompanhada por alguém da sua confiança, desde o início do trabalho de parto e durante todo o processo. De acordo com a legislação portuguesa, nas instituições de saúde é permitida a presença de três acompanhantes alternadamente, e que poderá trocar com outra pessoa, duas vezes (em regime de alternância), até ao nascimento do bebé.

O acompanhante é bem mais do que aquela pessoa que está ali apenas para assistir ao parto. É importante que escolha alguém informado e motivado para se envolver nos cuidados, para que lhe ofereça suporte físico e emocional e a encoraje, reforçando a sua autoconfiança durante o trabalho de parto e parto. É uma peça fundamental para uma experiência positiva do parto.

Dê preferência a um acompanhante que acredite na sua capacidade de parir! Isso é muito importante.

Uma escolha acertada poderá proporcionar-lhe:

            – Maior sensação de segurança

            – Evolução mais favorável do trabalho de parto

            – Menor necessidade de analgesia (adiante realçaremos as vantagens do parto sem analgesia epidural)

            – Maior probabilidade para um parto normal

            – Maior percentagem de períneo íntegro

            – Valores mais altos do Índice de Apgar (valor atribuido e que reflete o bem-estar do bebé no momento do nascimento)

            – Maior probabilidade de sucesso na amamentação

            – Mais apoio nos cuidados ao bebé após o parto, principalmente se o escolhido for o seu companheiro.

As mulheres que optam por um parto vaginal e conseguem bons resultados ao lado de pessoas que as apoiam e encorajam, ficam com uma imagem mais positiva de si e da sua capacidade de ser mãe, assim como a admiração do parceiro também aumenta. Por oposição, quando as mulheres escolhem pessoas pessoas que não acreditam nelas, a sua autoconfiança diminui, assim como também diminuem as hipóteses de ter um parto normal, sem intervenções e uma experiência positiva de parto.

Se o parto for por cesariana, está contemplada na lei o direito ao acompanhante, exceto em situações de emergência ou se houver necessidade de anestesia geral.

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